segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Aparentemente, Michael Jackson não só não morreu como vive há 3.000 anos

Aparentemente, Michael Jackson não só não morreu como vive há 3.000 anos
Sabe aquela história de que Elvis não morreu? É cascata, lamento dizer.

Mas veja a foto abaixo, com o busto do Michael Jackson que está exposto em um museu de Chicago:




Então. Na verdade, esse não é o Michael Jackson, mas um busto egípcio de mais de 3.000 anos. O que nos leva a apenas três hipóteses:

- O rosto de Michael Jackson é tão comum, mas tão comum que ele já tinha sósias três milênios atrás. Aliás, quantos sósias do Michael Jackson você conhece por aí? Essa hipótese me parece a menos plausível. Sou muito mais a próxima.

- Michael Jackson é imortal. Ele vive entre nós desde o Egito antigo e o clipe "Remember the Time", que se passa em tempos faraônicos, é uma dica cifrada. Tão cifrada que só agora, com a divulgação dessa foto, deu para entender a que se referia a letra ("Remember the Time": "lembre-se do tempo" ou "lembre-se da época", em tradução livre).

- O busto acima não tem nada a ver com o Michael Jackson. É tudo invenção do Editor do UOL Tabloide, e o fotógrafo da EFE que tirou as duas fotos que ilustram esse post caiu direitinho, assim como os turistas que aparecem na imagem abaixo fotografando o "Michal egípcio".

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Adeus a Michael Jackson

Tito, Randy e Jackie Jackson, os irmãos de Michael, em frente ao caixão com o corpo do cantor, no Staples Center, em Los Angeles.


Em sua primeira declaração pública, a filha de Michael Jackson, Paris Michael Katherine Jackson, de 11 anos, foi às lágrimas ao falar sobre o seu pai diante de uma plateia de cerca de 18 mil fãs, amigos, representantes da música pop, estrelas do esporte e líderes religiosos que participaram da cerimônia de adeus ao cantor nesta terça-feira (7), em Los Angeles.

"Só queria dizer que, desde que eu nasci, o papai foi o melhor pai que eu poderia imaginar. Só queria dizer que eu te amo tanto", disse a garota, chorando muito. Foi o momento mais emocionante da cerimônia.

A atriz Brooke Shields também fez um discurso comovente, falando sobre sua amizade de mais de três décadas com o astro.

"Lembro de quando nos conhecemos e de todo o tempo que passamos juntos. Sempre que saíamos, tinha uma foto sendo tirada ou alguma manchete que dizia algo como 'um casal esquisito, ou um 'par improvável'. Para nós, era a mais natural e fácil amizade", disse a ex-atriz mirim.

"As pessoas se referiam a ele com frequência como o Rei. Mas, para mim, ele lembrava mais o Pequeno Príncipe", completou a atriz antes de ler um trecho do livro de Antoine de Saint-Exupéry.

O cantor Smokey Robinson, o fundador da Motown Berry Gordy e a atriz Queen Latifah também discursaram durante o tributo. Mariah Carey, Usher, Lionel e Stevie Wonder cantaram sucessos do astro.

terça-feira, 7 de julho de 2009

MICHAEL JACKSON - DESPETIDA AO REI DA MÚSICA POP


Janet Jackson (esq.), La Toya Jackson e os filhos de Michael Jackson Prince Michael Jackson 2º (esq.) e Paris Jackson (dir.) se abraçam ao final da homenagem ao cantor em Los Angeles.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Fotos Inéditas de Michael Jackson - As fotos foram tiradas durante um ensaio do cantor no último dia 23, no Staples Center, em Los Angeles




Nasce uma estrela

Origem e família: Nasceu em 29 de agosto de 1958, em Indiana, EUA. Era o sétimo de nove irmãos.
Carreira: Começou a cantar aos seis anos, ao lado dos irmãos Jackie, Tito, Jermaine, Marlon, no grupo The Jackson Five.
1970: sai em carreira solo.
1982: lança "Thriller" que vendeu 50 mi de cópias e se tornou o álbum mais vendido da história.
1985: compõe "We Are The World", para campanha contra a fome na África
1993: é acusado assediar um menino de 13 anos.
1994- 1996: casamento com Lisa Marie Presley, filha de Elvis.
2005: é absolvido da acusação de molestar crianças.
Março de 2009: anuncia uma série de shows em Londres.
Maio de 2009: a dia o início da turnê de volta aos palcos.
25 de junho de 2009: Faleceu o astro do pop.

domingo, 28 de junho de 2009

FIM DE UMA ERA POP STAR



A morte de Michael Jackson, ocorrida na última quinta-feira (25), é tida como um divisor de águas pelo jornal "Los Angeles Times". Segundo a publicação, a essência de um "pop star" era definida pela caricatura que se baseava nas roupas.
Sapatos pretos, meias brancas até os tornozelos, broches com imitação de diamante, jaquetas militares curtas e chapéus estilo "fedora" foram as características impressas por Michael Jackson --e todas as pessoas comuns tinham esse tipo de peças no armário.
Sua morte, de acordo com o texto, marca o fim de uma época, quando um cantor pop de estilo individual pode deixar uma impressão sobre a massa crítica de uma geração.Sapatos pretos, meias brancas até os tornozelos, jaquetas militares curtas foram características de MichaelJunto a Michael na "era personalista" da música figuram também nomes como David Bowie, Madonna e Boy George, cujos visuais eram tão distintos que poderiam ser notados em qualquer lugar.
"Michael Jackson foi algo simples, que todos poderiam imitar, e isso se transformou em uma assinatura de estilo", afirma Keanan Duffty, músico radicado em Nova York que virou estilista de roupas masculinas. Duffty também é coautor do livro "Rebel, Rebel: Anti-Style". "Ele era um gênio do estilo, dos pormenores, porque qualquer criança da Índia, do Reino Unido ou de Bali poderia colocar uma luva branca e imitar Michael Jackson."Quando eu penso nele, logo relaciono a um casaco de couro com as mangas altas que assistimos nas passarelas por algumas temporadas, as meias brancas e sapatos que foram uma homenagem a James Dean. Designers estão sempre fazendo referência a ele.""No começo dos anos 1970 até os 1980, se você fosse um 'pop star', você cultivava um visual", afirma Harold Koda, cocurador do Instituto de Roupas do Museu de Arte Metropolitano de nova York, que organizou a exposição "Rock Style", exibida em 1999. "Um artista era baseado pela criação de uma caricatura, que era definida pelas roupas", observa.E, para os fãs, era um legado de improvisos: o estilo não podia ser comprado na prateleira. Por isso, foi um elemento de fantasia que tornou ainda mais atraente.O que mudou na década de 1990, de acordo com o jornal, foi a cooptação da música pop pela indústria da moda, com o aumento das linhas de vestuário de celebridades --e as celebridades estilistas. Outra razão é a que o estilo "pop star" não é tão potente atualmente, devido ao grande número de celebridades e imagens das imagens projetadas delas --a partir de TV, cinema, internet e música. Atualmente, o cardápio de opções e influências para se vestir é variado.